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O DOM DE AMAR MINHA FAMÍLIA

 O DOM DE AMAR MINHA FAMÍLIA

Amigo leitor hoje quero falar um pouquinho com vocês sobre um projeto fundamental em nossa vida, a FAMÍLIA!!

Como comentei com vocês em edições anteriores, atuei durante o período de 10 anos no meio organizacional de forma direta na área de Recursos Humanos e esta experiência me fez refletir muito sobre o dinamismo organizacional versus a anulação familiar que muitas vezes no âmbito de trabalho ocorre, é  comum ouvirmos: “ problemas de casa é de casa, aqui é seu local de trabalho, esquece um pouco a família e foque no trabalho”, isto ocorre devido o olhar produtivo e econômico assegurado pelas organizações que na verdade não estão erradas em assegurar tais valores, afinal este é o papel a ser desenvolvido por elas, porém deve-se ter em mente que sem famílias não haverão organizações produtivas/industriais. Para se ter um profissional motivado no âmbito organizacional é importante que sua base de vida, ou seja, a família esteja antes bem estruturada e o indivíduo sinta-se acolhido por ela. Família é o primeiro e principal grupo social que possuímos, que merece ser sempre valorizada e reconhecida, devendo-se sempre lembrar-se da importância de colocá-las em primeiro plano em nossas vidas, não invertendo a ordem, ou seja, primeiro trabalho, diversão, amigos e tantas outras coisas e depois a família. No entanto visando nos possibilitar uma reflexão frente ao contexto familiar nem que for por pelo ao menos por alguns instantes, hoje abordarei sobre o dom de amar.   

Sabe-se que dificilmente haverá outro desafio na vida que comece com tantas esperanças e expectativas e que atualmente termine em tantos fracassos e decepções como o desafio de amar alguém. Por que as pessoas fazem tantos sacrifícios por amor, sofrem, choram, sonham muito ou abandonam muitos sonhos tudo pelo desejo de amar e de ser amado? É fato que estamos vivendo um momento em que o “amor de muitos esfriou”. As pessoas em geral banalizam o amor e o casamento.

O amor é muito mais do que um sentimento, é uma atividade, implica em atitude, em ação. E a característica básica dessa ação é o dar, e não o receber. Dar implica em ser privado de algo, se sacrificar (Jo 3.16).

Outra característica do amor é o cuidado. É preocupação com cada detalhe da vida do outro, é estar atento às suas necessidades, sonhos, desejos. Quem cuida está sempre alerta, atento ao que o outro pensa, fala, age. Cuidar é trabalhar pelo e para o outro. É sentir-se responsável por alguém e estar disposto a responder positivamente às necessidades desse outro, principalmente as emocionais.

Amar envolve respeito: não é ter medo, temor do outro, o significado de respeito vem da sua raiz (respicere = olhar para), ou seja, a capacidade de ver uma pessoa tal como ela é, na sua individualidade e singularidade. É querer que a pessoa amada cresça e se desenvolva por si mesma, por seus próprios modos, e não com o fim de servir-me. Se amo alguém, aceito-a tal como ela é, e não trabalho para que ela seja como eu necessito que ela seja.

Por fim, quando amo alguém desejo conhecê-lo cada vez mais. Cuidar e respeitar uma pessoa não é possível sem conhecê-la. O quarto elemento do amor, conhecimento, só é possível quando me disponho a sair da periferia e penetrar no mais íntimo do outro! Quem ama conhece profundamente!

Amar, portanto, nosso cônjuge e filhos não é fácil, pois como vimos, amar é muito mais do que dizer “eu te amo”. Amar dá trabalho, leva tempo e exige de nós uma disposição intensa em doar o melhor de nós para o outro. O melhor de nosso carinho, do nosso tempo, dos nossos pensamentos, dos nossos desejos, enfim o melhor de nós mesmos. A semelhança de nosso Pai Celeste é exatamente isso que precisamos fazer por quem amamos. Que Deus aperfeiçoe esse amor em nós.

Ao final deste escrito nos cabe uma pergunta reflexiva:_O quanto e como temos amado verdadeiramente nossa família? Será que temos desenvolvido este dom dentro de nós? Será que temos dado o nosso melhor para aqueles que vivem ao nosso lado de maneira direta e constante, ou seja, nossos familiares?

Lembre-se que a única instituição social permanente e de extrema importância em nossas vidas é a nossa Família!!

Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, SEM AMOR PELA FAMÍLIA, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também.

2 Timóteo – Cp. 03 vers 01 à 05.

 

 

SEJAM ABENÇOADOS POR DEUS. FORTE ABRAÇO!!

 

Drª Carina Almeida Ramos Medina

Psicóloga Clínica e Organizacional.

 Neuropsicóloga.

Neurotecnóloga.

Hipnoterapeuta Clínica.

Especialista em Terapia Familiar Sistêmica e de Casais.

Especialista em Reabilitação Neuropsicológica.

Personal e Executive Coaching.



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